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Aroma natural, idêntico ao natural ou artificial?

Entenda as três classes de aroma usadas na indústria de alimentos, o que muda no rótulo e como escolher a melhor para o seu produto.

Guias 2 min de leitura

Favas de baunilha, flor de baunilha, morango e frascos conta-gotas com aroma sobre fundo branco

Quem desenvolve um alimento ou uma bebida logo encontra três expressões na ficha técnica dos aromas: natural, idêntico ao natural e artificial. Elas não falam de qualidade nem de sabor, e sim da origem das substâncias que dão o aroma. Saber a diferença ajuda a escolher o aroma certo e a montar o rótulo do produto sem erro.

Aroma natural

É obtido de matérias-primas de origem vegetal ou animal (frutas, especiarias, ervas, leite, carne) por processos físicos, como extração, destilação e concentração, ou por processos biológicos, como a fermentação. Um aroma natural de baunilha, por exemplo, vem da própria fava da baunilha.

Quando faz sentido: produtos que querem destacar no rótulo um apelo mais natural, linhas premium e categorias em que o consumidor lê a lista de ingredientes com atenção.

O que considerar: o custo costuma ser maior e a intensidade pode variar de um lote de matéria-prima para outro, porque depende da safra.

Aroma idêntico ao natural

As moléculas responsáveis pelo cheiro e pelo gosto são as mesmas que existem na natureza, mas são obtidas por síntese ou isoladas por processos químicos. A vanilina, principal molécula do aroma de baunilha, é um exemplo clássico.

Quando faz sentido: quando se busca um perfil de sabor fiel à fruta ou ao ingrediente, com boa estabilidade e custo menor que o do natural.

Aroma artificial

Contém pelo menos uma substância que não foi identificada na natureza. Isso não significa um sabor "pior": muitos perfis clássicos, como tutti frutti e chiclete, são criações que não existem prontas em nenhuma fruta.

Quando faz sentido: sabores de fantasia, produtos com custo-alvo apertado e aplicações que exigem muita resistência a calor ou a longos prazos de validade.

O que muda no rótulo

A classificação do aroma precisa aparecer na rotulagem do alimento, seguindo as regras da Anvisa. Por isso, antes de fechar a formulação, confirme com o fornecedor a classificação exata de cada aroma e peça a ficha técnica. Ela é a base para o setor de qualidade e para o desenvolvimento da embalagem.

Como escolher

  1. Defina o posicionamento do produto. O rótulo precisa destacar "natural"? Então a escolha começa pelos aromas naturais.
  2. Considere o processo. Produtos que passam por forno, pasteurização ou longo armazenamento pedem aromas mais estáveis.
  3. Teste em pequena escala. O mesmo aroma se comporta de um jeito numa bebida ácida e de outro num biscoito. Só o teste no seu produto mostra o resultado real.

Fale com a MultiAromas

A MultiAromas fabrica aromas doces, de frutas, salgados e de carne em Sorocaba (SP). Se você está desenvolvendo um produto e quer ajuda para escolher o aroma, fale com a nossa equipe pelo WhatsApp ou conheça as linhas de aromas.

Perguntas frequentes

Aroma artificial é pior que aroma natural?

Não necessariamente. A classificação fala da origem das substâncias, não do sabor. Muitos perfis clássicos, como tutti frutti, são criações sem equivalente pronto na natureza.

Como saber a classificação de um aroma?

Pela ficha técnica do fornecedor. Ela informa se o aroma é natural, idêntico ao natural ou artificial e é a base para a rotulagem do produto.

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